Uma entrevista sobre empreendedorismo na arte

Salut! Como vocês estão? Hoje compartilho com vocês um pouco de como foi dar uma entrevista para o programa Empreendedoras de Alta Performance, da TV Assembleia, sobre meu trabalho com a arte e minha trajetória empreendedora com a Montmartre, reascendendo o mercado artístico do Piauí. A entrevista foi concedida para empresária e Master Coach Cacilda Silva, apresentadora do programa, que faz um trabalho muito importante para as mulheres empresárias do Piauí com a Rede Empreendedoras de Alta Performance.

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Foi uma conversa super decontraída sobre minha carreira (Foto: Acervo pessoal)

Primeiro contei ao programa sobre como me descobri empreendedora e como deixei meu antigo emprego com salário fixo e estabilidade para me aventurar no mundo dos negócios em uma área não muito explorada no Piauí, a arte. Antes de criar a Montmartre, trabalhei em um escritório de advocacia, pois tenho formação em Direito e atuava como professora de Inglês em escolas, universidades e cursos de idiomas aqui em Teresina.

Em determinado ponto da minha carreira, percebi que estaria mais feliz trabalhando com aquilo que mais amo, que é a arte. Como tive aulas de pintura na infância e já produzia minhas obras, dei um passo arriscado, mas decisivo para minha carreira, a criação da galeria e o ingresso no mercado de obras de arte e eventos culturais no Piauí. Ser selecionada para uma exposição no Carrousel du Louvre, em Paris, pela primeira vez foi um momento crucial onde eu tive certeza que meu caminho era esse.

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Compartilhei fatos sobre minha tragetória e sobre o que buscamos para o futuro da Montmartre (Foto: Acervo pessoal)

Obstáculos existiram ao começar um negócio no ramo da arte em Teresina, um mercado tímido e quase inexistente na capital, mas a decisão de continuar e acreditar em projetos ousados fizeram com que a galeria começasse a chamar a atenção do público e conquistasse o destaque que tem hoje. Trabalhando primeiro com exposições e venda de peças para decoração, passamos a receber eventos e realizar cursos, expandindo o leque de possibilidades da galeria e nos tornando referência na capital. Para isso, tive que sair da minha zona de conforto e explorar uma área que não estava sendo visada no estado, ao invés de correr pelo lado mais procurado, como outros tipos de empresa. Uma lógica que é explicada no livro Oceano Azul, que foi lembrado por Cacilda durante a entrevista.

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Cacilda nos recebe com muito carinho em um ambiente cercado de conhecimento (Foto: Acervo pessoal)

Mesmo não tendo um grande número de concorrentes, foi muito importante para o meu negócio estar sempre se renovando, buscando novos atrativos para chamar o público a visitar a galeria. Isso porque como galerias de arte não são uma opção comum de passeio em Teresina, é necessário atrair o público e fazer com que ele tenha esse espaço como uma possibilidade para ele e que ele veja a necessidade em frenquentar esse local e o que ele oferece. Oportunizar encontros em que se possa sair da rotina, trazer a família para conhecer obras de arte, os artistas  e tomar um cafezinho que já é tradição nossa, tudo isso foi sendo construído para dar à Montmartre sua identidade própria e torná-la o que é hoje.

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Foi um prazer partiicipar desse programa que traz tantas histórias de mulheres inspiradoras (Foto: Acervo pessoal)

Foi um prazer conversar um pouco com Cacilda sobre como foi entrar nesse mercado, um papo que, segundo ela, foi diferente de falar de outros tipos de negócio, já que o ramo da arte envolve também algo que nos dá prazer, inspiração, o que levamos como lazer, algo mais leve na nossa rotina, mas que envolve muito trabalho também, como somos prova disso. Espero ter levado novas informações e muita inspiração a todos que acompanham o pro

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